29 de mar. de 2012

PARÓQUIA SÃO PEDRO APÓSTOLO

Diocese Anglicana de Curitiba

IGREJA EPISCOPAL ANGLICANA DO BRASIL

Concluindo março e programação de Abril 2012

30 - Março - sexta-feira - 19h30min. - celebração familiar na residência do Marcel;

31 - Março - sábado - 19h30min - celebração em São José dos Pinhais - na residência da Simone e Alessandra;

1º Abril - Domingo de Ramos e da Paixão de Cristo - 10 horas - na São Pedro - Santa Eucaristia, iniciando a Semana Santa, com orações e intercessões pela família. É dia do Ofertório Solidário;

1º Abril - 16 horas - na Catedral de São Tiago - Celebração Ecumênica Pascal;

SEMANA SANTA 02 a 07 de Abril

2ª Feira Santa - 19h30min. - São Pedro Apóstolo - celebração diária da Semana Santa (com dedicação às famílias...);

3ª Feira Santa - 19h30min - São Pedro Apóstolo - celebração diária da Semana Santa (com dedicação às famílias...);

4ª Feira Santa - 19h30min - São Pedro Apóstolo - celebração diária da Semana Santa (com dedicação às famílias...);

5ª Feira Santa - 20 horas - Catedral de São Tiago - Festa da Instituição da Santa Ceia;

6ª Feira Santa - 14 horas - Catedral de São Tiago - Oficio especial da Sexta-Feira da Paixão de Cristo;

Sábado Santo - 19h30min.- São Pedro Apóstolo - Oficio de Vigilia Pascal com músicas de Taizé;

08 de Abril - Domingo de Páscoa - 10 horas - São Pedro Apóstolo - Celebração Festiva na Festa da Ressurreição do Senhor Jesus, dia de renovarmos nosso compromisso com a Missão.

14 Abril - sábado - Encontrinho de Crianças e Juvenis.

15 – Abril - 2º Domingo da Páscoa – celebração dedicada às crianças e juvenis

20 a 22 - Abril - visita de Dom Renato Raatz, Bispo Diocesano da Diocese Anglicana de Pelotas/RS,

22 – Abril - 3º Domingo da Páscoa - celebração lembrando nosso cuidado com a criação de Deus, ao ensejo do Dia da Terra, sendo pregador Dom Renato.

28 - Abril - sábado - tarde de formação Bíblica

29 – Abril - 4º Domingo da Páscoa - Celebração Eucarística e intercessões pela Juventude

7 de fev. de 2012

Harmonia das diferenças
Você já pensou que o nosso grande problema, nas relações pessoais, é que desejamos que os outros sejam iguais a nós?

Em se falando de amigos, desejamos que eles gostem exatamente do que gostamos, que apreciem o mesmo gênero de filmes e música que constituem o nosso prazer.

No âmbito familiar, prezaríamos que todos os componentes da família fossem ordeiros, organizados e disciplinados como nós.

No ambiente de trabalho, reclamamos dos que deixam a cadeira fora do lugar, papel espalhado sobre a mesa e que derramam café, quando se servem.

Dizemos que são relaxados e que é muito difícil conviver com pessoas tão diferentes de nós mesmos. Por vezes, chegamos às raias da infelicidade, por essas questões.

E isso nos recorda da história de um menino chamado Pedro. Ele tinha algumas dificuldades muito próprias.

Por exemplo, quando tentava desenhar uma linha reta, ela saía toda torta.

Quando todos à sua volta olhavam para cima, ele olhava para baixo. Ficava olhando para as formigas, os caracóis, em sua marcha lenta, as florzinhas do caminho.

Se ele achava que ia fazer um dia lindo e ensolarado, chovia. E lá se ia por água abaixo, todo o piquenique programado.

Um dia, de manhã bem cedo, quando Pedro estava andando de costas contra o vento, ele deu um encontrão em uma menina, e descobriu que ela se chamava Tina. E tudo o que ela fazia era certinho.

Ela nunca amarrava os cordões de seus sapatos de forma incorreta nem virava o pão com a manteiga para baixo.

Ela sempre se lembrava do guarda-chuva e até sabia escrever o seu nome direito.

Pedro ficava encantado com tudo que Tina fazia. Foi ela que lhe mostrou a diferença entre direito e esquerdo. Entre a frente e as costas.

Um dia, eles resolveram construir uma casa na árvore. Tina fez um desenho para que a casa ficasse bem firme em cima da árvore.

Pedro juntou uma porção de coisas para enfeitar a casa. Os dois acharam tudo muito engraçado. A casa ficou linda, embora as trapalhadas de Pedro.

Bem no fundo, Tina gostaria que tudo que ela fizesse não fosse tão perfeito. Ela gostava da forma de Pedro viver e ver a vida.

Então Pedro lhe arranjou um casaco e um chapéu que não combinavam. E toda vez que brincavam, Tina colocava o chapéu e o casaco, para ficar mais parecida com Pedro.

Depois, Pedro ensinou Tina a andar de costas e a dar cambalhotas.

Juntos, rolaram morro abaixo. E juntos aprenderam a fazer aviões de papel e a fazê-los voar para muito longe.

Um com o outro, aprenderam a ser amigos até debaixo d’água. E para sempre.

Eles aprenderam que o delicioso em um relacionamento é harmonizar as diferenças.

Aprenderam que as diferenças são importantes, porque o que um não sabe, o outro ensina. Aquilo que é difícil para um, pode ser feito ou ensinado pelo outro.

É assim que se cresce no mundo. Por causa das grandes diferenças entre as criaturas que o habitam.

***

A sabedoria divina colocou as pessoas no mundo, com tendências e gostos diferentes umas das outras.

Também em níveis culturais diversos e degraus evolutivos diferentes.

Tudo para nos ensinar que o grande segredo do progresso está exatamente em aprendermos uns com os outros, a trocar experiências e valorizar as diferenças.

(desconhecido)

30 de nov. de 2011

A Criação do Mundo.

 
Este video é narrativa do Cid Moreira, fala sobre a criação do nosso mundo. 
O video possui linda narração e belissimas imagens.

25 de nov. de 2011

O Significado do Arco-íris.

Biblicamente, o arco-íris é sinal da aliança de Deus com Noé e todos os seres viventes após o dilúvio. Este texto está em Gênesis 9:13 à 17 que diz "Dou deveras o meu arco-íris na nuvem, e ele terá de servir de sinal do pacto entre mim e a terra. E acontecerá que, quando eu trouxer uma nuvem sobre a terra, então é que aparecerá o arco-íris na nuvem. E hei de lembrar-me do meu pacto entre mim e vós, e toda alma vivente dentre toda a carne; e as águas não se tornarão mais um dilúvio para arruinar toda a carne. E terá de vir a haver o arco-íris na nuvem, e eu certamente o verei para me lembrar do pacto por tempo indefinido entre Deus e toda alma vivente dentre toda a carne que há na terra.” E Deus repetiu a Noé: “Este é o sinal do pacto que deveras estabeleço entre mim e toda a carne que há na terra.”". 

Outras referências aparecem também no livro de apocalipse.
Fonte: "Wikipedia"

Confirmação

A confirmação é o rito apostólico da imposição das mãos sobre aqueles que são batizados.
No caso daqueles que foram batizados na infância, os anglicanos geralmente retardam a imposição das mãos, até que a pessoa tenha suficiente idade para poder entender a diferença entre o certo e o errado, reconhecer o valor da fé, renovar voluntária e conscientemente os votos do batismo e receber os dons do Espírito Santo, para viver uma vida cristã adulta, justa e sóbria.
Espiritualmente falando, não existe nenhum motivo teológico para impedir que a criança seja confirmada na hora do Batismo. Mas a maioria dos anglicanos prefere retardar a Confirmação, dando um tempo para o desenvolvimento de uma resposta mais consciente de sua fé pessoal.
Extraído do Livro o Jeito de Ser Anglicano, escrito por John Baycroft

24 de nov. de 2011

Advento

O Ano Cristão, está dividido em quadras ou estações. Começa com o Advento, depois vem o Natal, Epifania, Páscoa, Quaresma e Pentecostes.

O próximo domingo, dia 27 de Novembro, é o primeiro Domingo do Advento.

O Advento, que significa “vinda”, é, pois, o tempo de preparação para a vinda do Menino Deus, Jesus, nosso Salvador, expressão maior do amor misericordioso e redentor de Deus (São João 3.16)

Em meio aos muitos apelos comerciais, ao estresse do final do ano civil e as preocupações cotidianas, a Igreja Cristã, no Advento, trás a lembrança e a memória de todos nós quão importante é nossa fé, nossa espiritualidade, nossa adoração, nosso culto. Quão importantes são nossas orações e nossas ações nessa preparação para “acolhermos” em nossas vidas e corações, como a manjedoura, o menino Jesus, pequenino e frágil, mas com uma grande mensagem de vida, de paz e de justiça.

Acendamos velas, elas representam a luz de Jesus Cristo, iluminando nossas vidas, nossas famílias, nossa comunidade, nosso mundo. Preparemos a Coroa do Advento, com seu verde esperança e seu vermelho escarlate, representando o amor incondicional e fraterno no cuidado da criação e de todas as pessoas. Organizemos nossa árvore de Natal e o Presépio, como fez São Francisco de Assis, lembrando, a luz de Jesus e sua vida, a radicalidade do amor que serve e cuida.

23 de nov. de 2011

Santa Eucaristia

A Santa Eucaristia é o centro sacramental da vida cristã. Mesmo que o Batismo seja importante, é apenas o começo. O crescimento cristão continua durante toda a nossa vida. Esse crescimento é nutrido na medida em que nossa vida está centrada na Santa Eucaristia. No Anglicanismo, a Santa Eucarística, assim como o próprio Cristo, tem muitos nomes. Eucaristia (que significa ação de graças), Santa Comunhão, Ceia do Senhor, Missa e Santíssimo Sacramento são os nomes mais comuns para o ato sagrado que o próprio Senhor instituiu na noite anterior a sua morte na cruz. Você pode aprender muito mais sobre este sacramento, lendo o rito da Santa Eucaristia e o Catecismo do Livro de Oração Comum. Você aprenderá ainda mais se participar regularmente da Eucaristia numa Igreja.
A parte externa da Santa Eucaristia inclui o Pão e o Vinho. A parte interna e espiritual inclui o Corpo e o Sangue de Cristo. Evidentemente, estamos falando aqui da forma como partilhamos da vida de Cristo como membros do seu corpo.
A Eucaristia sempre inclui o ofício da Palavra, quando escutamos o que Deus tem a nos dizer por intermédio da Bíblia. Também inclui a Oração comunitária, onde se encontram todos os ingredientes já mencionados. Então, diferenciando a Eucaristia dos outros ofícios e sacramentos, existem quatro grandes atos envolvendo o pão e o vinho. O primeiro é o ofertório, momento em que o pão e o vinho são oferecidos a Deus. Eles representam as nossas vidas, nossas preocupações, e toda a ordem criada, e são oferecidos em união com a oferta de Jesus Cristo na cruz. O grande ato seguinte é a consagração, a benção, quando Deus recebe aquilo que oferecemos por meio de Jesus Cristo, e o santifica. O terceiro ato é o partir do pão. Originalmente, este ato era funcional (para que um pão pudesse se repartido), mas também é simbólico, vinculando o pão partido por Jesus na Última Ceia, sua oferta voluntária de seu corpo eucarístico. O quarto grande ato é a comunhão, quando Deus compartilha sua vida conosco por meio do pão e do vinho, que são unidos à vida de Cristo, tornando-se para nós o seu Corpo e Sangue, sua oferta de si mesmo para nós e por nós.
Existem duas importantes dimensões nessa ação eucarística. Em primeiro lugar, lembramos, revivemos e participamos dos grandes atos da história da redenção e da salvação. Na Santa Eucaristia, relembramos e participamos na morte e ressurreição de Cristo. Em segundo lugar, reconhecemos que o pão e o vinho se tornam para nós o Corpo e o Sangue de Cristo por meio da ação do Espírito Santo. Na Santa Eucaristia, oramos ao Pai através de Jesus Cristo, e isso é eficaz, pois o Espírito Santo está agindo na Igreja, no Sacramento e em nós.
A Igreja existe para glorificar a Deus e alimentar seu povo. A Eucaristia é o ato central de nossa adoração. Também é a nossa maneira fundamental de nos alimentarmos. Na refeição familiar da Igreja sabemos, que fiel na usa promessa, Cristo compartilha a sua vida conosco, nutrindo-nos com seu Corpo e Sangue por meio da ação do Espírito Santo. Por isso, a nossa liturgia fala sobre o recebimento do alimento espiritual do mais precioso Corpo e Sangue. A Igreja não pode sobreviver sem a Eucaristia. A Eucaristia é sempre presidida por um bispo, sucessor dos apóstolos com quem Cristo instituiu este sacramento, ou por um presbítero ordenado por um bispo para assisti-lo no seu ministério apostólico.
Os dois sacramentos básicos e essenciais do Batismo e da Eucaristia demonstram como o Cristianismo é fundamental. Orgulhosamente afirmamos que Deus age em nossas vidas sem ocasiões palpáveis e de maneira especifica. No Batismo, Deus nos faz cristãos e nos salva. Na Santa Comunhão, Deus se une a sua Igreja e nos alimenta. Essa grande confiança, que caracteriza a fé cristã, está enraizada na nossa crença, que Deus age na história humana, que Ele traz humanidade para sua divindade na encarnação, e que o seu Espírito vive na Igreja e em cada cristão. Como vivemos num mundo material, Deus vem até nós em maneira material por meio de sacramentos concretos.
Extraído do Livro O Jeito de Ser Anglicano, escrito por John Baycroft

21 de nov. de 2011

BATISMO

O Batismo é o início sacramental da vida cristã. A parte externa do Batismo é a água com a qual a pessoa é batizada “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Aquilo que não pode ser visto é a “graça interna e espiritual”, ou aquilo que Deus está oferecendo ou fazendo em favor da pessoa que recebe o Batismo. Podemos descrever a parte interna e invisível do Batismo como um novo nascimento (regeneração), pois é o início de uma nova vida como filho ou filha de Deus na família da Igreja. Uma descrição mais profunda do Batismo é dizer que ele significa morte e ressurreição. O candidato é unido com Cristo e sente a experiência de morrer e ressuscitar. O que aconteceu com Cristo agora faz parte da própria vida e memória do cristão. A história de Cristo é agora a história da pessoa que crê e esta pessoa cristã é agora parte de Cristo. Quando o Batismo é administrado por imersão total, como era originalmente, é fácil perceber como ele representa a morte e depois uma vida nova. A água do Batismo também simboliza a lavagem de todos os pecados. Todas essas formas de descrever o Batismo indicam o dom de vida nova que Deus no dá. Somos libertados do passado e unidos com Jesus Cristo para viver e amar em seu Espírito.
Para alguém se tornar cristão, e membro da comunidade cristã é necessário ser batizado. O Batismo é a incorporação sacramental do fiel no corpo de Cristo e o começo de uma nova vida em Cristo.
Embora a ênfase do Batismo seja aquilo que Deus faz por nós, não se trata de um ato mágico. Não temos controle sobre Deus, mas seu dom gratuito exige uma resposta nossa. O Batismo faz exigências, especificamente o arrependimento e a fé. A forma mais rápida de começar a entender o Batismo é imaginá-lo acontecendo com adultos que, naturalmente, são capazes de arrependimento e fé. As crianças são batizadas na Igreja Anglicana num claro entendimento de que serão criados e ensinados a seguir a Jesus Cristo e rejeitar o mal, na família e na fé da Igreja Cristã, aprendendo o significado daquilo que aconteceu em seu Batismo.
Uma abordagem extremamente individualista da religião encontraria dificuldades para compreender o sentido do Batismo infantil. Mas o jeito anglicano faz sentido por causa do grande poder e da importância da comunidade de pessoas, por meio da qual Deus nutre e sustenta as crianças batizadas. O Batismo é o início sacramental da vida cristã na comunidade da Igreja tanto para as crianças como para os adultos.
Caso você não tenha sido batizado, procure o pároco de uma igreja e solicite ajuda na preparação para o Batismo, de modo que você possa começar o quanto antes a peregrinação da vida cristã.
Extraído do Livro O Jeito de Ser Anglicano, escrito por John Baycroft

19 de nov. de 2011

ORAÇÃO PELA CRIANÇA

Senhor da Vida, que nossas crianças sejam como Vós o desejais!
Que nossa FÉ ajude a buscar mais dignidade e qualidade de vida para
as crianças de nossa comunidade, cidade, do Brasil e do mundo.

Senhor, em muitos lugares a idolatria da riqueza é uma ameaça para a paz.
Nosso planeta está cada vez mais explorado e poluído, e as crianças são as
primeiras a sofrer quando o egoísmo toma conta do coração das pessoas.
Dá-nos coragem para mudar esta história!
Ajudai-nos a lutar contra as causas que promovem o empobrecimento,
A injustiça e a opressão das crianças e suas famílias.
Dai-nos força para impedir que hoje meninas e meninos sejam explorados,
forçados a trabalhar e envolver-se com drogas,
dormir e acordar com fome e sede, não tenham escola para estudar,
espaço seguro para brincar e morram por causas que podem ser prevenidas.
Queremos o bem-estar da criança e o respeito aos seus direitos.
Vamos protegê-la durante toda a sua vida, que é sagrada.
Que o Teu espírito nos ilumine para cuidar da criança desde o ventre da mãe,
e garantir os seus direitos de cidadania. Que ela receba as vacinas e leite materno,
alimentação adequada, água limpa, oportunidades para se desenvolver plenamente.
Senhor da Vida, junto com nossas crianças, em uma só voz,
Agradecemos todo o bem que foi feito por tantas pessoas de boa vontade.
Nossa força está em TI, que nos leva a ação para construir um mundo
no qual a criança possa ter vida, e vida em abundância!
Amém!

World Day of Prayer and Action for Children


Muitas motivações temos para o último domingo (ou final de semana do Ano Cristão), na Festa de Cristo Rei. Uma delas é o movimento global das religiões pelas crianças, que tem o apoio das igrejas ecumênicas do CLAI e CONIC e de outras religiões, que nos convida a orar pelas crianças. No link abaixo, há outras informações sobre as diversas ações em favor das crianças no mundo inteiro, está em inglês, contudo se utilizarmos o google tradutor (os que precisarem), é possivel tomar conhecimento dese movimento: http://www.dayofprayerandaction.org/

+Naudal

17 de nov. de 2011

Os Sacramentos

Os Sacramentos
No jeito anglicano de ser, bebemos livremente das três fontes de água viva. Agora vamos comentar a terceira fonte: os Sacramentos. Assim como na oração e na Bíblia, também nos Sacramentos Deus estende a sua mão e se oferece a nós por meio de Jesus Cristo, por meio da ação do seu Espírito Santo.
Um sacramento é “um sinal externo e visível de uma graça interna e espiritual, dada a nós pelo próprio Cristo, como meio para receber essa graça e como promessa de que isso será realizado” (Livro de Oração Canadense). No ensino e na prática tradicionais da Igreja, existem sete sacramentos. Dois deles se destacam na importância entre os demais. Todos os sete são meios da Graça de Deus (graça significa um dom gratuito), e por meio deles Deus estende a sua mão e entra nas nossas vidas.
Todos os cristãos concordam com a necessidade dos dois grandes Sacramentos: o Santo Batismo e a Santa Eucaristia. O Cristianismo católico também oferece os outros cinco: Confirmação, Penitência (Confissão e Absolvição), Santo Matrimônio, Santa Unção e Ordens Sagradas.
Extraído do Livro O Jeito de Ser Anglicano, escrito por John Baycroft

Comunidade em AÇÃO!!!

No dia 15/11/2011, alguns membros da comunidade, se reunirão em mutirão para pintar o salão paroquial e o hall de entrada do Templo.



16 de nov. de 2011

A Bíblia (I)

A palavra evangelho quer dizer boas notícias. Quando você lê um dos evangelhos, que estão no início do Novo Testamento, você ouvirá a boa nova sobre Jesus Cristo. O resto do Novo Testamento ajudará a entender como os primeiros cristãos ouviram a boa nova, o que fizeram com ela, como ela mudou suas crenças, suas esperanças, suas vidas, e como a Igreja começou. Mesmo quando não é mencionado, a figura chave em qualquer página, é Jesus Cristo, que é a Palavra Viva de Deus para nós. É por meio de Jesus Cristo que Deus nos alcança e se oferece a nós.

O Antigo Testamento é a Bíblia hebraica que Jesus conhecia e amava. Deus entrou na vida humana (encarnou-se) em um lugar, tempo, povo e pessoa específicos. Não podemos entender a Cristo separado das Escrituras, que formaram o seu pensamento enquanto crescia, e forneceram a base do seu ensino quando adulto. Lendo o Antigo Testamento do ponto de vista cristão, vemos o desenvolvimento do drama da ação e revelação de Deus na história humana, por meio da experiência e do discernimento de um povo específico (os hebreus), em benefício de toda a humanidade. A culminação dessa história é o Novo Testamento.

Além do Antigo e Novo Testamento, a Bíblia inclui alguns livros chamados deuterocanônicos. Por causa de dúvidas sobre a sua autoridade, esses livros não são usados para estabelecer qualquer doutrina na Igreja. São leituras interessantes, cheias de histórias que emocionam e fascinam e de sábios pensamentos.

Quando você ler a Bíblia, use também seu cérebro. Não há nenhuma reverência ao se recusar a exercitar sua capacidade crítica. Se você estiver atento à leitura, perceberá com facilidade algumas passagens são poesia outras prosa. Mitos, lendas antigas, história oral, registros de testemunhos de acontecimentos reais, regras e rituais, leis morais, histórias criativas, sonhos, visões, ensinamentos relatados, comentários editoriais – tudo pode ser encontrado nas páginas da Bíblia. Deus pode falar e fala sua Palavra para nós por meio desses diferentes escritos. Seria desnecessário e difícil para nós ouvir o que Deus está dizendo, se pretendêssemos que todas as passagens da Bíblia deviam possuir a mesma importância, e se atribuíssemos a elas uma interpretação limitada, rígida e literal.

Talvez seja melhor usar o plural, Escrituras para a Bíblia, que vem duma palavra grega que quer dizer “livros”. A Bíblia não é um livro só, mas uma coleção de livros. Muitos deles são também compilações de material mais antigo. Tudo levou mais ou menos mil anos para ser escrito e organizado. Podemos considerar a Bíblia como um livro só, porque nela vemos a ação de Deus unindo os vários elementos. Três boas perguntas devem ser feitas, quando estudamos a Bíblia:

  • Qual foi o verdadeiro sentido dessa passagem para os leitores originais e por que ela foi escrita?
  • Como podemos interpretar essas palavras em nosso tempo?
  • E, principalmente, como isso se aplica à minha vida e o que eu posso fazer a respeito?

Talvez você não escute nenhuma voz ao seu ouvido. Mas enquanto as Escrituras estiverem influenciando e fazendo parte de seus pensamentos, Deus estará falando com você e você estará ouvindo a sua palavra. Os cristãos que estudam a Bíblia em particular e a ouvem na comunidade, ou vivem e ensinam o evangelho no mundo, continuam sentindo e transmitindo a Palavra de Deus em nossos dias.

A Bíblia é, portanto, o alicerce do triplo caminho. Aqui Deus nos encontra e fala conosco por meio de Jesus Cristo. Há outras duas fontes da mesma água viva. Cada uma fornece as oportunidades para o encontro do humano com o divino. Para os cristãos, nem a oração e nem os sacramentos existem separados da Bíblia. A Bíblia seria apenas uma coleção de livros antigos, se não a recebêssemos no contexto da Oração e dos Sacramentos.

Extraído do Livro O Jeito de Ser Anglicano, escrito por John Baycroft


15 de nov. de 2011

A BÍBLIA

A vida da Igreja busca sua força na Bíblia, na Oração e nos Sacramentos. Todo iniciante precisa aprender a se encontrar com Deus por meio dessas três formas, porque Deus nos estende a sua mão nessas fontes de água viva. A água viva é Jesus Cristo. Ele é o próprio Deus que se entrega a nós. Uma vida cristã sólida e uma comunidade cristã saudável sempre estarão baseadas nesses três dons de Deus, que são os instrumentos dessa auto entrega.
Em primeiro lugar, voltemos nossa atenção para a Bíblia. Uma pessoa que por curiosidade visitasse uma paróquia anglicana descobriria logo que a Bíblia tem grande importância. Nós a lemos em voz alta sempre que nos reunimos para louvar a Deus. Isso nos faz lembrar que o estudo da Bíblia é mais do que uma simples atividade particular. A nossa atitude é muito importante, quando tentamos ouvir a Deus falando conosco. Escutar uma leitura bíblica na congregação reunida enfatiza que essa ação é uma ação comuntária. A Bíblia pertence a comunidade e para o benefício dela. Uma atitude individualista não nos leva muito longe no Cristianismo. Precisamos da Igreja para nos ajudar a escutar a Palavra de Deus. A Bíblia é explicada e interpretada pelos pregadores e professores, sendo muitas vezes citadas nas discussões da Igreja para dar autoridade as decisões ou para justificar determinados procedimentos. Pequenos grupos de critãos se reúnem com frequência para estudar a Bíblia em conjunto. A mensagem da Bíblia penetra em nossa vida comunitária.
Todo cristão é incentivado a ler pessoalmente a Bíblia com regularidade e também a ouvir a sua leitura nas celebrações públicas. Um dos passos mais improtantes que um iniciante deve seguir é se tornar assíduo leitor e estudioso da Bíblia. O estudo da Bíblia não é difícil. Entretanto, infelizmente, alguns iniciantes resolvem começar seu estudo no início da Bíblia, mas logo perdem o interesse. Depois do primeiro choque cultural provocado pelos extraordinários mitos da criação, pelas maravilhosas sagas dos patriarcas e pelas dramáticas histórias do Êxodo, o leitor pode se perder na "selva" dos livros de Levítico e de Números. Os mais dedicados podem perseverar e encontrar o caminho e finalmente chegar até o Apocalipse, que está no final do Novo Testamento. Mas eu acho que é melhor para a maioria ler de maneira seletiva.
Para começar, sugiro que você leia um dos evangelhos. Não importa qual você resolveu escolher. Eventualmente, lerá todos os quatro mais de uma vez. Se começar com Mateus, receberá logo de presente o Sermão da Montanha. Lucas conta umas das melhores parábolas de Jesus. João é repleto de reflexões profundas numa linguagem simples. Marcos é o mais curto e é bem direto. Um bom método é ler uma pequena passagem cada dia e refletir sobre ela. Também ajuda se o iniciante ler rápido um evangelho inteiro para sentir todo o impacto da história.
Depois sugiro que leia um ou dois salmos por dia. Se o primeiro não lhe disser nada, então leia outro. Raramente precisamos ler um terceiro salmo para que as palavras estimulem nossa imaginação e pensamentos. Os salmos também nos ajudam a falar com Deus. Continue lendo os Atos dos Apóstulos, para sentir o ambiente da Igreja primitiva. Depois leia Amós e veja como as reflexões religiosas do profeta do século VIII antes de Cristo ainda podem ser atuais. Agora estará pronto para ler a carta de Paulo aos Gálatas. Você chegou ao ponto de fazer a sua própria seleção.

Extraído do Livro O Jeito de Ser Anglicano, escrito por John Baycroft.

14 de nov. de 2011

A ORAÇÃO

A oração é uma conversa com Deus. Quando oramos, estamos realizando a nossa relaçao com Deus. Mesmo que a oração use palavras, ela é muito mais do que simples palavras. Ela inclui silêncio, sentimento e imaginação. As palavras são instrumentos que ajudam nossa comunicação com Deus. Devemos economizar e escolher as palavras com duidado, para não ficar muito tempo falando, a ponto de esquecer de escutar o que Deus quer nos dizer. O mais importante na oração é simplesmente estar na presença do divino.

A oração é uma atividade conjunta da comunidade cristã. Quando a comunidade se reúne, nossa oração é chamada de pública ou "comum". Como o cristão é sempre um membro da comunidade da Igreja, mesmo quando está sozinho, ele pode continuar sua experiência cristã em particular. Na oração particular, nunca esquecemos o resto da comunidade, porque sempre somos apoiados pelas orações de toda a Igreja.

Há cinco elementos na oração cristã: a adoração, penitência, petição, ação de graças e dedicação. Na adoração permitimos que nossa mente e coração se fartem com as maravilhas do amor de Deus, que criou o universo e nos ama em particular. Na penitência confessamos nossas falhas, nossos fracassos, nossos pecados e fraquezas, pedindo e recebendo o perdão de Deus. A petição inclui tanto as preocupações que compartilhamos com Deus quanto as nossas intercessões, nas quais incluímos também outras pessoas e suas necessidades diante de Deus. Um diálogo formado apenas por pedidos seria uma forma muito pobre de se relacionar com Deus. Assim, a ação de graças também é importante. Quando, em oração, vislumbramos a grandeza de Deus (adoração), quando somos levados ao arrependimento, à confissão de pecados e ao perdão (penitência), quando somos honestos a respeito de nossos desejos, preocupações e ansiedade (petição) e rendemos graças por todas as bençãos recebidas (ação de graças), somos então levados a dedicação. Esta parte final da oração é o compromisso, a fé ou a confiança que nos leva a dedicar nossas vidas a Deus e a tomar decisões especiais a respeito do que vamos fazer, dizer e crer como resultado de nossa oração.

Extraído do livro: O Jeito de Ser Anglicano, escrito por John Baycroft

11 de nov. de 2011

Quem, preserva sua boca e sua língua, preserva sua vida da angústia.

(Prov. 21,23)

10 de nov. de 2011

Para que servem os dons? (Mt 25, 14-30) - Mesters, Lopes e Orofino

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TODOS RECEBEMOS ALGUM DOM DE DEUS
PARA QUE SERVEM OS DONS?
MATEUS 25, 14-30
Texto extraído da obra "Travessia: Quero misericórdia e não sacrifício". Círculos Bíblicos sobre o Evangelho de Mateus. Autores: Carlos Mesters, Mercedes Lopes e Francisco Orofino. Centro de Estudos Bíblicos. Saiba mais: http://www.cebi.org.br/publicacoes-produto.php?produtoId=104
1. SITUANDO
A "parábola dos talentos" (Mt 25, 14-30) faz parte do 5º Sermão da Nova Lei. Ela está situada entre a parábola das dez moças (Mt 25, 1-13) e a parábola do juízo final (Mt 25, 31-46). As três parábolas orientam as pessoas sobre a chegada do Reino. A parábola das dez moças insiste na vigilância: o Reino pode chegar a qualquer momento. A parábola dos talentos orienta sobre como fazer para que o Reino possa crescer. A parábola do juízo final diz que para tomar posse do Reino se devem acolher os pequenos.
Uma das coisas que mais influi na vida da gente é a ideia que nós fazemos de Deus. Entre os judeus da linha dos fariseus, alguns imaginavam Deus como um Juiz severo que os tratava de acordo como mérito conquistado pelas observâncias. Isto produzia medo e impedia as pessoas de crescer. Sobretudo, impedia que elas abrissem um espaço dentro de si para acolher a nova experiência de Deus que Jesus comunicava. Para ajudar a estas pessoas, Mateus conta a parábola dos talentos.
2. COMENTANDO
  • Mateus 25, 14-15: A porta de entrada na história da parábola
A parábola conta a história de um homem que, antes de viajar, distribuiu seus bens aos empregados, dando 5, 2 ou 1 talento, conforme a capacidade de cada um. Um talento corresponde a 34 quilos de ouro, o que não é pouco! No fundo, cada um recebeu igual, pois recebeu "de acordo com a sua capacidade". Quem tem copo grande, recebe o copo cheio. Quem tem copo pequeno, recebe copo cheio. Em seguida, o patrão viajou para o estrangeiro e lá ficou por muito tempo. A história tem um certo suspense. Você não sabe com que finalidade o proprietário entregou o seu dinheiro aos empregados, nem sabe como vai ser o fim.
  • Mateus 25, 16-18: O jeito de agir de cada empregado
Os dois primeiros trabalham e fazem duplicar os talentos. Mas o que recebeu 1 enterrou o dinheiro no chão para guardar bem e não perder. Trata-se dos bens do Reino que são entregues às pessoas e às comunidades de acordo com a sua capacidade. Todos e todas recebem algum dom do Reino mas nem todos respondem da mesma maneira!
  • Mateus 25, 19-23: Prestação de contas do primeiro e do segundo empregado, e a resposta do Senhor
Depois de muito tempo, o proprietário voltou. Os dois primeiros dizem a mesma coisa: "O Senhor me deu 5/2. Aqui estão outros 5/2 que eu ganhei!" E o senhor dá a mesma resposta: "Muito bem, servo bom e fiel. Sobre pouco foste fiel, sobre muito te colocarei. Vem alegrar-te com o teu senhor!"
  • Mateus 25, 24-25: Prestação de contas do terceiro empregado
Ele chega e diz: "Senhor, eu sabia que és um homem severo que colhes onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste. Assim, amedrontado, fui enterrar teu talento no chão. Aqui tens o que é teu!" Nesta frase transparece uma ideia errada de Deus que é criticada por Jesus. O empregado vê Deus como um patrão severo. Diante de um Deus assim, o ser humano sente medo e de esconde atrás da observância exata e mesquinha da lei. Ele pensa que, assim, a severidade do legislador não vai poder castigá-lo. Assim, pensava alguns fariseus. Na realidade, uma pessoa assim já não crê em Deus, mas crê apenas em si mesma e na sua observância da lei. Ela se fecha em si, desliga-se de Deus e já não consegue preocupar-se com os outros. Torna-se incapaz de crescer como pessoa livre. Esta imagem falsa de Deus isola o ser humano, mata a comunidade, acaba com a alegria e empobrece a vida.
  • Mateus 25, 26-27: Resposta do Senhor ao terceiro empregado
A resposta do senhor é irônica. Ele diz: "Empregado mau e preguiçoso! Você sabia que eu colho onde não plantei, e que recolho onde não semeei. Então você devia ter depositado meu dinheiro no banco, para que, na volta, eu recebesse com juros o que me pertence!" O terceiro empregado não foi coerente com a imagem severa que tinha de Deus. Se ele imaginava Deus severo daquele jeito, deveria ao menos ter colocado o dinheiro no banco. Ou seja, ele sai condenado não por Deus, mas pela ideia errada que tinha de Deus e que o deixou mais medroso e mais imaturo do que devia ser. Nem seria possível ele ser coerente com aquela imagem de Deus, pois o medo desumaniza a paraliza a vida.
  • Mateus 25, 28-30: A palavra final do Senhor que esclarece a parábola
O senhor manda tirar o talento e dar àquele que tem 10, "pois a todo aquele que tem será dado, mas daquele que não tem até o que tem lhe será tirado". Aqui está a chave que esclarece tudo. Na realidade, os talentos, o "dinheiro do patrão", os bens do Reino, são o amor, o serviço, a partilha. É tudo aquilo que faz crescer a comunidade e revela a presença de Deus. Quem se fecha em si com medo de perder o pouco que tem, este vai perder até o pouco que tem. Mas a pessoa que não pensa em si e se doa aos outros, esta vai crescer e receber de volta, de maneira inesperada, tudo que entregou e muito mais. "Perde a vida quem quer segurá-la, ganha a vida quem tem coragem de perdê-la".
3. ALARGANDO
A MOEDA DIFERENTE DO REINO
Não há diferença entre os que recebem mais e os que recebem menos. Todos têm o seu dom de acordo com a sua capacidade. O que importa é que este dom seja colocado a serviço do Reino e faça crescer os bens do Reino que são amor, fraternidade, partilha. A chave principal da parábola não consiste em fazer render e produzir talentos, mas sim em relacionar-se com Deus de maneira correta. Os dois primeiros não perguntam nada, não procuram o próprio bem-estar, não guardam para si, não se fecham, não calculam. Com a maior naturalidade, quase sem se dar conta e sem procurar mérito, começam a trabalhar, para que o dom dado por Deus renda para Deus e para o Reino. O terceiro tem medo e, por isso, não faz nada. De acordo com as normas da antiga lei ele estava correto. Manteve-se dentro das exigências. Não perdeu nada e não ganhou nada. Por isso, perdeu até o que tinha. O Reino é risco. Quem não quer correr risco, perde o Reino!
O meu escudo é Deus, Ele salva os que têm coração reto.
(Sal. 7,8,11)

9 de nov. de 2011


Tudo o que queries que os homens vos façam, fazei-o vos a eles.

(Mat. 67,12)


8 de nov. de 2011

Na Comunidade São o Pedro Apóstolo, o primeiro domingo é dedicado às famílias e ao ofertório solidário, quando além das nossos ofertas para o sustento da igreja e sua missão são apresentadas a Deus, oferecemos alimentos para suprir as necessidades daqueles que estão próximos de nós e precisam. Também foram batizamos, no contexto eucarístico, quatro crianças. Animados pela presença do Sr. Vitor, líder comunitário que com o grupo que canta "rap", desenvolve ações comunitárias visando divulgar a cultura da paz. Na liturgia, deste domingo, o "Vinde" inicial e alguns hinos foram cantados no rítmo rap. Foi uma primeira experiência que desejamos aperfeiçoar procurando com isso, através da cultura popular, comunicarmo-nos mais e melhor com as pessoas facilitando seu encontro com Deus, uma adoração mais coerente e contextualizada e uma experiência compartilhada do amor de Deus e nosso compromisso com isso.
Bispo Naudal Alves Gomes
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